segunda-feira, abril 08, 2013

DIETA DE MARÇO

BON IVER


Justin Vernon (seu nome original) participou de alguns projetos folk, passou por problemas sérios de saúde onde, em sua lenta recuperação, criou a pérola intimista For Emma Forever Ago (2008). Mas foi com o álbum homônimo - Bon Iver de 2011 - que sua música ganhou proporções apoteóticas. Os falsetes predominantes acentuam a beleza de melodias inesquecíveis sob um folk "espacial" e muito fácil de ouvir. Na minha opinião o grande álbum da década até agora.

Destaques:
Skinny Love
Towers
Calgary

MODEST MOUSE - WE WERE DEAD BEFORE THE SHIP EVEN SINK (2007)

Como sugerido pelo conceito inicial no título, o caos estampa "mesmo" todas as músicas desse álbum  Com a participação de Johnny Marr (ex The Smiths) o Modest Mouse ganhou urgência, virtuosismo e uma dinâmica pop de alegar os ouvidos. Dá pra passar semanas com o refrão de Florida na cabeça.

Destaques:

KULA SHAKER

Essa mistura de rock com música indiana sempre deu certo, mas o Kula Shaker transformou essa receita em marca ao se tornar um dos destaques na onda Britpop dos anos 90. Ecos de piscodelia aliados a um poderoso rock retrô, mantras e citaras.




Destaques:

ARGO (2013)

Ben Afleck (ou talvez um clone) surprrendeu a todos com um filme coeso e apaixonado. Quem diria, hein? Um Ben Afleck dirigindo com sobriedade ao entregar uma narrativa intrigante e tensa, além de atuar bem. Surpreendente.














terça-feira, março 12, 2013

TOP TEN - INDIE ROCK 70 E 80 (POST PUNK)

THE QUEEN IS DEAD - THE SMITHS (1986)
Talvez a banda mais influente no indie rock até hoje no seu auge criativo. Apesar da herança punk e consciência política, trouxe sensibilidade, referências artísticas e um estética harmônica e melódica que ecoa até hoje.


DESTAQUES:
Bigmouth Strikes Again
The Boy with The Thorn On His Side
There Is A Light That Never Goes Out





THE NAME OF THIS BAND IS TALKING HEADS - TALKING HEADS
(1982)
Nenhuma banda inovou tanto de disco à disco quanto os Talking Heads. Este album apanha uma boa parte do brilhante material dos primeiros albuns em registros ao vivo primorosos.



DESTAQUES:
Psycho Killer
The Book I Read
New Feeling




MARQUEE MOON - TELEVISION
(1977)
Tom Verlaine criou uma forma própria de tocar sua guitarra e levou o Television dos shows na casa CBGB ao expoente Marquee Moon, album cultuado até hoje. Novas texturas rítmicas, quebradas, longas e precisas.



DESTAQUES:
Marquee Moon
See No Evil
Venus



LOW LIFE - NEW ORDER
(1985)
Fomado pelo espólio do Joy division, o New Order só foi encontrar seu caminho nesse album. Já sem o fantasma de Ian Curtis, Bernard Sumner e Peter Hook encontraram  numa atmosfera eletrônica e balançeada  o caminho pra transformar toda a melancolia de sua música de uma forma inovadora.


DESTAQUES:
Sunrise
Love Vigilantes
The Perfect Kiss



DAYDREAM NATION - SONIC YOUTH
(1988)
O Sonic Youth já investia no experimentalismo sonoro de suas guitarras. Mas Daydream Nation redefiniu o ruído e barulho no rock moderno, o contraste entre as melodias doces e o caos sonoro é intrigante.





DESTAQUES:
Teen Age Riot
Silver Rocket


LOW - DAVID BOWIE
(1977)
Low é um album divisor de águas na obra do "camaleão". A presença do sintetizadores se unem a instrumentais virtuosos e melodias um pouco menos presentes. Low deu novos rumos ao som de David Bowie.





DESTAQUES:
Speed Of Life
Sound And Vision
Be My wife



WAR - U2
(1983)
Os conflitos entre católicos e protestantes serviram de tema para um álbum tão forte quanto rústico. E foi com fúria que a banda criou, aqui,  alguns dos seus maiores clássicos e lapidou um caminho rumo ao topo. War surpreende pelo atmosfera densa (ainda sem a leveza doce dos anos posteriores).


DESTAQUES:
Sunday Bloody Sunday
New Year's Day
Seconds


CLOSER - JOY DIVISION
(1980)
O universo de Ian Curtis projetava todos os sentimentos mais sinistros que a música pop poderia desenhar e, sem clemência alguma, conduzia-nos a uma viagem pela crueza da natureza humana. Dor, miséria          e sofrimento em lamentos belissimamente sofridos.


DESTAQUES:
Isolation
Heart And Soul
Twenty Four Hours


CHRONIC TOWN - R.E.M.
(1981)
Referências literárias num vocal ainda tímido se aliam a uma guitarra com ecos de folk rock e uma cozinha precisa e até complexa em alguns momentos. Cinco clássicos instantâneos e a proximidade da perfeição de uma beleza rara.




DESTAQUES:
Wolves, Lower
1.000.000
Carnival Of Sorts (Boxcars)



DOOLITTLE - PIXIES
(1987)
Doolittle é intrigante, estranho, mas é delicioso. Eloquente, caótico e doce ao mesmo tempo. A beleza singular e andrógena do rock em conlito constasnte. Talvez o melhor disco da década de 80.





DESTAQUES:
Wave Of Mutilation
Hey
I Bleed

terça-feira, março 05, 2013

TOP TEN - GRUNGE

1. NEVERMIND – NIRVANA (1991)


Fácil de se apreciar e praticamente impossível não se repetir ao tentar elogiar. No fim, queira ou não queira, Nevermind foi o grande disco dos anos 90 e , por que não, dos últimos tempos. Redefiniu o cenário da música popular, polemizou, quebrou barreiras e influenciou como poucos clássicos.


2. TEN – PEARL JAM (1991)


Explodiu, à reboque do Nirvana, apesar de seguir uma linha totalmente contrária. Diversificou nas influências trazendo inspirações de outras décadas, trabsformando em um som encorpado e moderno. 

3. IN UTERO – NIRVANA (1993)


Parecia inimaginável, mas Steve Albini acabou conseguindo amplificar ainda mais um Nirvana com gás pra mais uma obra – prima, dessa vez com novas cores e mais alguns clássicos.

4SUPERUNKNOWN – SOUNDGARDEN (1994)

Um vocalista do outro mundo acompanhado de uma banda no auge de sua forma. Sul – realismo e lirismo em melodias fantásticas.
5. TINY MUSIC – STONE TEMPLE PILOTS (1996)

Taxados como desqualificados e sem sal, o Stone Temple foi buscar inspiração no Rock Clássico e Glam Rock dos anos 70 pra reverter esse quadro. O resultado foi a obra – prima da banda mais injustiçada de sua geração.
6. CELEBRITY SKIN – HOLE (1998)

Depois de 3 álbuns desastrosos, o Hole deixou de lado as influências e atitudes punk para tentar sofisticar seu som. O resultado foi primoroso. A beleza de algumas músicas surpreenderam.
7. DIRTY – ALICE IN CHAINS (1992)

Assim como o Soundgarden, o Alice In Chains trouxe peso do metal ao seu rock com letras  e melodias depressivas e uma dupla de vocalistas altamente conectados.
8. SIAMESE DREAM – THE SMASHING PUMPKINS (1993)

Billy Corgan e Cia não eram de Seattle – na verdade surgiram de Chicago, mas a sujeira e fúria caracterizaram seus primeiros discos como grandes destaques nos anos 90, o maior deles foi Siamese Dream.
9. THE COLOUR AND THE SHAPE – FOO FIGHTERS (1997)

Dave Grohl havia, finalmente, logrado ao êxito ao tentar trazer um som digno de respeito em The Colour And The Shape. Um som sempre com um Q de Nirvana, os Fighters admitem isso sem problema e ralaxam pra trazer um som eloquente e com grandes melodias.

1.     10. VITALOGY – PEARL JAM (1994)

Mas calmo e experimental, Vitalogy inaugura nova fase no Pearl Jam, que nunca mais foi o mesmo.

quinta-feira, janeiro 03, 2013

DIETA DE DEZEMBRO


DEPECHE MODE - VIOLATOR
Sempre achei que  música do Depeche Mode é o equilíbrio perfeito entre Eletrônico e Rock. A prova tá aí em influências em bandas como Smashing Pumpkins e Muse. Violator talvez seja o álbum mais influente, mas é com certeza um obra - prima.

DESTAQUES:
- Policy Of Truth
- Enjoy The Silence
- Personal Jesus
BRUCE SPRINGTEEN - GREATEST HITS
Sempre torci o nariz pra esse cara e sua música estilo "easy rider american fuckins style way of life". Não estava de todo errado, entretanto, algumas sucessos do Bruce merecem sim atenção.

DESTAQUES:
- Streets Of Philadelphia
- Dancing In The Dark
- Born To Run
DURAN DURAN - DURAN DURAN
Esse sempre foi meu predileto do Duran. Não dá pra ouvir sem cantar junto com Ordinary World e Come Undone - sucessos estourados da época do lançamento -, ou de se emocionar com Breath After Breath - música composta e executada em parceria com Milton Nascimento.

DESTAQUES:
- Ordinary World
- Com Undone
- Breath After Breath
MICHAEL JAKSON - THRILLER
Em 2012 esse album que dispensa apresentações completou 30 anos de seu bombástico lançamento. Difícil imaginar hoje um disco juntar tantos hits geniais. Qualquer preconceito "elitista rock" se torna manteiga derretida quando nos deparamos com trabalho tão marcante e genial.
DESTAQUES:
- Todo o album.
THE DARK KNIGHT RISES
Um dos filmes mais aguardados de 2012 não decepcionou. O fechamento da trilogia brilhante e extremamente coerente, comparado ao que todos esperavam, mudou o conceito das adaptações de heróis das HQ's para o cinema. Christopher Nolan se firma aqui como respeitado diretor / roteirista e já prepara agora sua sequência na área com sua participação em Superman - Man Of Steel, confirmado para 2013.
 MADAGASCAR 3
Outra trilogia chega ao fim, e mais uma vez não decepcionou. Mesmo com uma participação mais apagada dos Pinguins.
THE ROLLING STONES - DOOM AND GLOOM
Não adianta dizer  contrário, a verdade crua é que ninguém esperava tamanha violência, vibração e (sim) juventude no single que comemorou os 50 anos da "melhor" banda de rock de todos os tempos.
THE BIG BANG THEORY 5
Impressionante, mas The Big Bang Theory só melhora com o tempo.

MINHAS MÚSICAS PREDILETAS DE 2012

1. THE ROLLING STONES - DOOM AND GLOOM

2. WILCO - ART OF ALMOST

3. CLOUD NOTHINGS - UNDERSTAND IT ALL

4. THE WALLFLOWERS - MISFITS AND LOVERS (FEAT. MICK JONES)

5. JACK WHITE - WEEP THEMSELVES TO SLEEP

6. EWARD SHAPE AND THE MAGNETIC ZEROS - MAN ON FIRE

7. LANA DEL REY - SUMMERTIME SADNESS

8. THE SHINS - THE RIFLE SPIRAL

9. TAME IMPALA - MIND MISCHIEF

10. PAUL BANKS - THE BASE

CLIQUE AQUI PRA OUVIR


MEUS ÁLBUNS PREDILETOS DE 2012


OF MONSTERS AND MEN - MY HEAD IS AN ANIMAL
Diretamente da Islandia, esta revelação inesperada ajudou o indie folk a se firmar cada vez mais como estilo bem sucedido na cena pop. Dois vocalistas super conectados, uma cama acústica e um clima doce e febril.

DESTAQUES:
- Mountain Sound
- Little Talks
- Dirty Paws
MUMFORD AND SONS - BABEL
Os ingleses voltaram em Babel como quem vem contar estórias que faltaram na última conversa. Sem pretensões e com um uma rara noção de sua capacidade - já mostrada em Sigh No More de 2010 - Babel apenas nos leva ao simplismo de músicas apresentadas como foram concebidas, causando uma maior conexão com a emoção.
DESTAQUES:
- Babel
- I Will Wait

TAME IMPALA - LONERISM
De volta com Lonerism, os australianos do Tame Impala se destacaram tanto que seu album se tornou, talvez, o mais cultuado no ano. O psicodelismo e a produção retrô são ímpares e não fazem feio.

DESTAQUES:
- Mind Mischief
- Feels Like We Only Go Backwards
- Apocalipse Dreams
 EDWARD SHAPE & THE MAGNETIC ZEROS - HERE
Após enveredar por um álbum solo que só lembrava sua antiga banda, Alex Ebert se junta novamente aos Magnetic Zeros e volta com mais um punhado de canções deliciosas de ouvir e um clima hippie que permeia todo o tempo.

DESTAQUES:
- Man On Fire
- What's Up
JACK WHITE - BLUNDERBUSS
Sempre inquieto, o ex - White Stripes, Raconteurs e etc não decepcionou no primeiro trabalho com seu nome estampado na capa. Algumas participações determinantes e um senso incrível de bom gosto musical nas influências que colorem seu som, cada vez mais sofisticado.

DESTAQUES:
- Sixteen Saltines
- Weep Themselves To Sleep
- I'm Shakin'

sexta-feira, setembro 28, 2012

DIETA DE SETEMBRO
















OF MONSTERS AND MEN - MY HEAD IS AN ANIMAL

Até agora, a melhor surpresa do ano. Incrível como as novas boas bandas não emergem mais apenas de um ou dois países, mas de lugares antes improváveis. Neste caso a Islândia trás uma revelação que vem encantando à ponto de serem chamados de "O Novo Arcade Fire". Comparações à parte, Of Monsters And Men até tem, e muita, qualidade, mas evereda pela sensibilidade do Indie e do Folk (mistura cada vez mais em evidência). Dois vocalistas com rara conexão entre suas vozes, arranjos arrojados e a contínua preocupação em não se repetir, o que deixa o album bem dinâmico.
















MUMFORD AND SONS - SIGH NO MORE
Já de novo album, Babel,  lançado agora no último dia 25, só agora consegui, por sugestão de um amigo,  ouvir o Sigh No More de 2009 e, de forma atrasada, estou apaixonado pelo som deste quarteto. Este indie folk inglês não tem lugar pra bateria ou peso, tudo é construído de forma a privilegiar as melodias e a conexão entre os músicos. Pela qualidade deste album, provavelmente Babel não decepcionará.

















TALKING HEADS - LITTLE CREATURES

Ao mexer na discografia dos Heads, acabei me deparando com a qualidade deste que é um dos últimos dos trabalhos de David Byrne & Cia. And She Was, The Lady Don't Mind, Television Man e Road To Nowhere são os grandes destaques. Diferente de discos anteriores, é balançado, mas também mais lento, começando a aparecer outras influências, como as percussões e harmonias.

quinta-feira, maio 03, 2012

DIETA DE ABRIL


WILCO – THE WHOLE LOVE
Há muito tempo não via uma sequência inicial tão arrasadora em um disco de rock. Art Of Almost e I Might fazem todo o resto valer a pena. O Wilco nunca decepciona mesmo.










GAME OF THRONES (TEMPORADA 1)
Uma nova maneira de se encarar um épico. Game Of Thrones leva a produção de séries de TV americanas a um novo nível. Chega a ser grandioso o critério de direção de fotografia, figurino e arte. Grandes diálogos e atores à altura de uma grande obra. Não li os livros mas acredito que os fãs devem estar mais que satisfeitos.






THE SHINS – PORT OF MORROW
O novo álbum de” James Mercer e Banda” (temos uma nova formação agora) parece já render duas grandes músicas no ano – Simple Song e Bait And Switch. Mas no mais não empolga tanto. O James  é um compositor em ascensão, mas deve ter gastado seu bom material no ainda recente Broken Bells .





VINGADORES VERSUS X-MEN
Apesar das grandes expectativas, o grande evento Marvel do ano não parece ter o critério criativo merecido. O quebra pau quase que urgente e a contradição no desenvolvimento da trama e dos dilemas dos personagens principais beira à mediocridade. Sem falar nos duelos com vencedores improváveis e óbvios.





KICK - ASS 2
O segundo volume de Kick - Ass 2 decepciona. Mark Millar não consegue dar sequência ao conceito interessantíssimo proposto anteriormente. A pancadaria rola solta demasiadamente, um verdadeiro exagero. Esquecendo assim de focar também uma trama envolvente. Até o traço de Romita Jr. deixa a desejar (o que é raro), refletindo uma possível pressa ou desatenção no contexto geral.

terça-feira, abril 24, 2012

TOP TEN - OS 10 DISCOS MAIS INFLUENTES DOS ANOS 90

Só hoje em dia os anos 90 fazem sentido, musicalmente falando. O que de perto parecia uma época de revivals e dava cada vez mais sinais de fraqueza na música popular, hoje se revela uma década onde esta mesma música foi redefinida.
Digo redefinida quando, na verdade, me refiro a metamorfose que a indústria, artistas e público sofre até hoje com novas formas de comércio, composição e atitude, processo este que começou nos, agora, distantes anos 90.
Separei neste Top, os dez albuns mais influentes nessa época (na minha opnião.)


1. NIRVANA - NEVERMIND
Esse não devia nem contar (pode soar repetitivo), mas também não dá pra não citar. Todo mundo ouviu, se inpirou. e voltou / começou a ouvir rock.



2. BLUR - PARKLIFE
De repente o Indie Rock explode pra virar "invasão britânica" até se tornar Brit Pop.



3. DEPECHE MODE - VIOLATOR
Na segunda metade dessa década, toda banda que se aventurava em influências eletrônicas no pop bebia aqui.



4. RAGE AGAINST THE MACHINE
Trouxe peso, sofisticação e política de volta, tudo junto.



5. RADIOHEAD - OK COMPUTER
Talvez a fórmula mais copiada.




6. CHEMICAL BROTHERS - DIG YOUR OWN HOLE
Levou todos os que torciam o nariz às pistas. Electronic com corpo e melodia.



7. OASIS - WHAT'S THE STORY.... MORNING GLORY
Reformulou a música pop britânica e trouxe de volta aos grandes cenários.



8. BECK - ODELAY
Colagens, samples e revival pop. Esses três elementos fizeram  Beck Hansen pôr de cabeça pra baixo
o cenário da época.



9. BELLE & SEBASTIAN - IF YOU'RE FEELING SINISTER
Trouxe um revival delicioso do pop 60 e 70 e encantou toda a crítica da época.




10.NIRVANA - UNPLUGGED IN NEW YORK
A tentativa de Kurt Cobain de buscar novos horizontes de sua música deu tão certo que acabou criando moda no albuns acusticos.